A
esquerda brasileira tem se levantando em forte clamor para fazer da morte da vereadora
Marielle Franco um chavão de ascensão para os seus anseios e para reforçar as
suas pautas.
Como
já foi denunciado pelo ativista Bernardo Pires Kuster os partidos vem com o intuito
de instrumentalizar as pastorais sociais e os organismos da Igreja no Brasil para
que se valendo destes ocupem os espaços de poder.
Não é novidade que mais uma vez a Pastoral da Juventude esteja sendo usada por esses segmentos para ser reforço
e estimulo para pauta esquerdista que ora quer se engendrar nos espaços de
ocupação social novamente.
Ao criarem uma campanha social de combate à violência contra mulher logo na capa podemos fazer a detecção do
nome da vereadora Marielle Franco, eles se utilizam destes recursos para fazer
mais eco ao soneto das esquerdas que se organizam para tentar nas eleições
municipais tomar as cadeiras no legislativo e no executivo em todo país.
Assim como já haviam feito nas
primeiras batalhas que eram travadas pelas frentes feministas e os ativistas
pró – família, a pastoral da juventude saiu de encontro ao ativismo feminista
defendendo a nefasta ideologia de gênero que é condenada pelo magistério da
Igreja e na contramão daquilo que tem defendido o Santo Padre.
Precisamos nos indagar por onde andam os assessores
eclesiásticos da CNBB, os senhores têm conhecimento desse documento? Por que
tanto silencio na cúpula principal da Igreja no Brasil? Por qual motivo foram omitidos
os nomes da irmã Dorathy Stang e de outros agentes das causas sociais da Igreja
que foram vítimas da violência? É de conhecimento da Santa Sé esse documento?
Vale ressaltar que a ideologia
de gênero é uma experiência cuja eficácia já foi testada e seus relatos deram
origem a um documentário feito pela BBC, o caso da família Reimer.
A ideologia de gênero vem
dentro de uma matriz desconstrutivista da sexualidade humana, ela quer
reverter a ordem natural e existencial do homem e da mulher, nas ideias marxistas
também se defendia essa teoria e ação ideológica tão propagada nos nossos dias.
Se você pretende romper o silêncio
e não quer se calar manifeste seu repúdio ao Núncio Apostólico do Brasil, agora
mesmo.
Dom Giovanni Daniello Tel:
(61) 3223-0794 / (61) 3223-0916 E-mail: nunapost@solar.com.br

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